ENFERMAGEM
12 de Maio, Dia Internacional da Enfermagem
12 de Maio, Dia Internacional da Enfermagem
ANEMIA
A razão que me levou a escolher este tema, foi o facto de esta patologia afectar as várias faixas etárias, assim como equitativamente ambos os sexos. É uma patologia que não apresenta uma grande incidência comparativamente a outras.
Além disso é um tema de interesse geral e pessoal e como futura enfermeira, é um problema com o qual irei contactar devendo para isso estar consciencializada e familiarizada com o mesmo.
A anemia é caracterizada por uma redução no número de células sanguíneas circulantes por mm3 na quantidade de hemoglobina, ou no volume eritrocitário por 100 cada ml de sangue.
A anemia ocorre quando o conteúdo de hemoglobina é inferior ao necessário para o atendimento das exigências do corpo para o oxigénio.
Variáveis como o estilo de vida, a altitude da sua residência, a idade e o sexo podem influenciar as concentrações de eritrócitos e hemoglobina. Não é possível afirmar que a anemia existe. Quando a hemoglobina está num nível inferior ao de um valor específico. Se o início de anemia é lento, o corpo pode ajustar-se de modo tão satisfatório. Que não ocorrerá comprometimento funcional, ainda que a hemoglobina possa estar abaixo de 6g/100ml de sangue.
A anemia é uma doença e um sintoma de várias doenças. É classificada com base no volume celular médio (VCM) como: microcítica (<80),>94). Também com base na hemoglobina celular média (HCM): hipocrómica (<27),>32); e com base em factores etiológicos.
Sintomas:
Palidez da pele;
Debilidade;
Vertigem;
Dor de cabeça;
Língua ferida;
Sonolência;
Mal-estar generalizado;
Dispneia (sensação de falta de ar);
Taquicardia (aumento do n.º de batimentos cardíacos);
Palpitação;
Angina de peito;
Distúrbios gastrointestinais;
Amenorreia (ausência de menstruação);
Perda da libido;
Febre incipiente.
Etiologia
A anemia pode resultar de uma perda sanguínea excessiva, de uma destruição excessiva dos eritrócitos ou de uma diminuição na formação dos eritrócitos. A anemia decorrente de uma perda excessiva de sangue resulta de hemorragias agudas ou crónicas. A anemia decorrente de uma destruição excessiva das células sanguíneas ocorre em doenças hemolíticas ou no hiperesplenismo. A anemia decorrente de uma diminuição da formação dos eritrócitos pode resultar de um síndrome defeituoso das nucleoproteínas (por exemplo: na anemia perniciosa e em outras anemias macrocíticas), deficiência de ferro na dieta, inibição da medula óssea (por exemplo: em certos estados tóxicos), perda de medula óssea, ou falência da medula óssea.
Tratamento
O tratamento para a anemia deve ser específico para a sua causa.
Espero que o presente artigo sirva como objecto de consulta, com vista à obtenção de um maior conhecimento acerca desta patologia.
Após a sua leitura, qualquer dúvida que lhe tenha surgido, poderá ser esclarecida. Para isso peço que a coloque no comentário e me deixe o seu e-mail, e se a (o) puder ajudar, responder-lhe-ei logo que me seja possível.
Agradeço o seu comentário acerca deste artigo, podendo ainda dar sugestões acerca de temas do seu interesse que gostaria que abordasse num futuro artigo.
Alterações das taxas de açúcar no sangue é o que normalmente se associa ao problema da diabetes. No entanto, esta doença crónica é muito mais do que isso. Responsável pela morte de seis pessoas a cada minuto, a diabetes acompanha-nos no dia-a-dia, muitas vezes sem darmos pela sua presença.
Muitas vezes ignorada, a diabetes é uma doença que pode surgir em qualquer idade. Embora existam, actualmente, tratamentos eficazes que permitem levar uma vida normal, o diagnóstico precoce é a ainda a melhor forma para evitar complicações graves no futuro.
Os factores associados à diabetes:
- pessoas com familiares próximos que sofram de diabetes;
- obesos ou todos os que se deixam engordar, sobretudo na “barriga”;
- pessoas com tensão arterial alta ou níveis elevados de colesterol no sangue;
- mulheres que tiveram diabetes na gravidez ou filhos com peso à nascença igual ou superior a 4 kg;
- doentes com doenças do pâncreas ou doenças endócrinas.
A diabetes tem cura?
Cura não, mas tratamento sim.
O tratamento assenta no triângulo: alimentação, actividade física e medicação adequadas. Qualquer dos três é fundamental.
Nos casos ligeiros de tipo 2, a medicação pode não ser necessária.
O aparecimento da doença (diabetes tipo 1) não se consegue prevenir com o estilo de vida saudável e activo, mas este é importante para ajudar ao seu bom controlo, depois da doença declarada.
A importância do exercício físico.
O exercício físico é tão saudável para o diabético como para qualquer outra pessoa. Desde que regular, os seus efeitos podem ser surpreendentes e incluem tanto, benefícios gerais (aumento do bem-estar físico e mental, acção benéfica sobre o stress, promoção da actividade social, descanso das preocupações habituais, aumento da percepção de competência, melhoria da percepção da imagem do corpo), como benefícios específicos, sendo a actividade física frequentemente associada a uma redução da glucose e a um aumento da sensibilidade dos receptores da insulina, parcialmente pela maior utilização dos glícidos a nível muscular na situação de actividade física e ainda a uma redução da obesidade.
24 Março, Dia Mundial da Tuberculose
A tuberculose é uma doença curável, parte de si intervir!
Não seja mais um caso de tuberculose em Portugal,CUIDE-SE!